quinta-feira, 20 de outubro de 2011

NAVI - KIOSKO a exposição Continentes - notícias

20/10/2011 | N° 11196 BIENAL - JORNAL PIONEIRO/CADERNO SETE DIAS

Arte que aproxima

Projeto da Bienal expõe trabalho de bolivianos no Navi


Estender a ação artística no espaço e no tempo é uma das propostas da 8ª Bienal do Mercosul e seu tema geopoético. Em Caxias do Sul, o abstracionismo do conceito se materializa em forma de exposição de arte e ganha o tempo por meio dos laços permanentes criados entre artistas de países e técnicas distintas. Dentro do projeto Continentes, o Núcleo de Artes Visuais de Caxias do Sul (Navi) foi um dos três espaços independentes escolhidos no Estado para ganhar a parceria artística de profissionais da Colômbia e da Bolívia.
O resultado do intercâmbio com o espaço de arte Lugar a Dudas, de Cáli, na Colômbia, já foi apresentado em Caxias. A partir de amanhã é a parceria com a galeria de arte Kiosko, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, que ganha visibilidade na sede do Navi.

– Escolhemos cinco trabalho de artistas nossos que têm olhar contemporâneo e produção sistemática. Cada um estabeleceu um título e um texto de fundamentação. Esses trabalhos serviram como uma espécie de gatilho para que houvesse uma resposta por parte dos artistas de Kiosko – explica a presidente do Navi, Mara De Carli Santos.

Os cinco trabalhos ganharam leituras de oito artistas atuantes na Bolívia. Os diretores do Kiosko, Raquel Schwartz e Roberto Unterladstatter, vieram a Caxias especialmente para montar a exposição e para conhecer pessoalmente os profissionais com os quais trocam ideias artísticas desde abril. Na exposição de Caxias estão obras de diferentes linguagens – objetos, fotografias, vídeos, instalações – e que estabelecem relações com os trabalhos dos caxienses. Unterladstatter, por exemplo, trabalhou o conceito da obra de pinhole de Neuza Zini.
– São fotos que tirei na casa onde morava, um trabalho geográfico do espaço. Estava deixando aquele lugar, o que imprimiu um tom poético e sensível às imagens – fundamenta o boliviano.

Visitar a exposição é uma oportunidade de visualizar os caminhos cruzados entre caxienses e bolivianos. Porém, mais do que isso, o projeto Continentes proporcionou um aprendizado coletivo e espontâneo.
– A expansão do território foi também do pensamento e da palavra – diz Mara.
– Nem sabíamos que Caxias existia, esse diálogo foi muito importante. Experimentar a partir de outro trabalho é muito enriquecedor. E não acaba aqui, queremos fazer mais coisas, repetir a mostra na Bolívia. É um circuito que vai se abrindo – complementa Raquel.

siliane.vieira@pioneiro.com
SILIANE VIEIRA
Exposição
A abertura da mostra do projeto Continentes (Navi-Kiosko) ocorre amanhã, às 20h, na sede do Navi (Rua Etore Pezzi, bairro Madureira). Visitas guiadas podem ser feitas até o dia 15 de novembro, sempre às terças e quintas, das 14h às 16h30min. A entrada é franca.
Informações pelo telefone (54) 3214.4114

Durante a montagem o registro da equipe de jornalismo da TV CAXIAS/ Canal 14, para noticiário das 20 horas.

NAVI - KIOSKO a exposição CONTINENTES

Quinta feira, dia 20, iniciando a montagem da exposição CONTINENTES
equipe de montagem da MOLDURARIA CAXIENSE


Sexta feira, dia 21, a montagem das obras em vídeos da exposição CONTINENTES

equipe de montagem da ELETROLA

NAVI - KIOSKO chegada em Caxias do Sul

segunda feira, dia 17, o primeira reunião entre a diretoria do NAVI e os artistas Raquel e Roberto de Kiosko, na sede do núcleo, sobre a exposição CONTINENTES, que deverá ocorrer na sexta, dia 21/11, às 20 horas, no NAVI- Ettore Pezzi 2488

terça-feira, 18 de outubro de 2011

NAVI - KIOSKO artistas e poéticas

Projeto Conjunto NAVI - KIOSKO

 artistas de diferentes poéticas - as mesmas questões artísticas - diversos pontos de vista
reinterpretação de obras

Proposta 1

terra
Projeto COLETIVO

 coord. ODETE GARBIN   /  RAQUEL SCHUARTZ




Proposta 2

a cartografia das palavras

VERA MARTINI   

 CECILIA LAMPO

 ANUAR ELÍAS



Proposta 3

o espaço físico

MARA DE CARLI


LIGIA D'ANDREA


 SANTIAGO CONTRERAS SOUX


Proposta 4

os objetos

NEUZA ZINI


ROBERTO UNTERLANDSTATTER


DOUGLAS RODRIGO RADA


Proposta 5

território nômade

ANA VERGAMINI


MARCELA RIVERA




domingo, 16 de outubro de 2011

NAVI - KIOSKO projeto ANUAR ELÍAS

Projeto ANUAR ELÍAS a partir da gravura em metal de VERA MARTINI
                                                        
 Textografia
Acción (para video)
Las palabras como los paisajes también envejecen, mueren, se transforman y extienden a lo largo y ancho del tiempo, donde el hombre construiría su eterno refugio. La lengua fue inventada para medir esa inmensidad habitada por una civilización sin pasado: Nombrarlo todo era la forma de ocupar esa morada. La lengua se volvió lenguaje, la tierra territorio, el tiempo un mapa de significados.

Ficha técnica:
Video HD
4:52 min
Color



Anuar Elías Pérez, Artista(México, 1983) Algún día será panadero, mientras tanto talla sus testículos con la alfombra roja y percudida de una galería de arte sin importancia. Muchas veces gusta de guardar silencio. Casi siempre agradece la brevedad. Ha presentado Explosición (2006), No smoking (2008), Efectos personales (2010), Retrato del autor y Trampa para erratas (2011). Trabaja en el Departamento de Mayúsculas y Minúsculas del estado. No paga impuestos, actualmente vive de jugosas limosnas.anuar.elias@gmail.com
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Anuar Elías | Artista
Móvil: +591 762 844 60
Skype: anuar.elias

NAVI - KIOSKO projeto CECILIA LAMPO

Projeto CECILIA LAMPO  a partir da gravura em metal de VERA MARTINI

TIERRA NEGRA
Tierra Negra es una reflexión sobre la situación de la naturaleza, en especial sobre los bosques/los árboles en Bolivia.
Diariamente, en Bolivia y el mundo, con destino mercantil, se talan millones de árboles que sin distinción de su valor como vida, como refugio, como naturaleza pierden la vida sin razón.
La naturaleza no sentencia de manera explicita, pero secreta y silenciosamente vigila el equilibrio. Una tierra negra, fértil y fructífera, acabará por cubrir de todas maneras la sinrazón; cambiando y resolviendo nuevamente el orden y destino que definieron los seres humanos para ella.

Instalación: madera, letras y figuras en letra de corte, y tierra negra. Fecha de creación: agosto 2011


PLANO E INSTRUCCIONES DE MONTAJE
Montaje sobre una pared.
Entornillar sobre una pared cada una de las piezas de madera a una distancia de eje a eje de aproximadamente 11 centímetros.
Montaje sobre el suelo
Con el mismo orden y distancia que las piezas de madera colar las pegatinas (figuras blancas) en el suelo.
Poner las letras de corte delante de las figuras blancas.
Poner la tierra negra sobre las figuras y letras y con un pincel limpiar los espacios de las letras y figuras cosa que estas sean legibles.

CECILIA LAMPO Artista visual y diseñadora, vive y trabaja en La Paz Bolivia.
Su trabajo actual consiste en reflexionar sobre el entorno que habita, su entorno natural, urbano y social.
Reflexiona produciendo fotografías intervenidas, cuadros, objetos en madera y textos de reflexión relativos el arte.
Ella dedica especial atención al pensar sobre el orden de las cosas y a partir de diversas técnicas, ha configurado cuadernos de notas, instalaciones y textos que le permiten percibir modelos de vida y de acción.
Desde 1994 realizó exposiciones individuales y colectivas en distintos museos y galerías nacionales e internacionales y participó en importantes eventos artísticos y culturales:   Museo Nacional de Arte, La Paz, Bolivia; Espacio Simón I. Patiño, La Paz, Cochabamba y Santa Cruz – Bolivia; Espacio de Arte Nota, La Paz, Bolivia; Galería Kiosko, Santa Cruz, Bolivia; VII Bienal Internacional de Pintura de Cuenca Ecuador; ArteBa 2001, Buenos Aires, Argentina; IV Bienal do Mercosul, Fundación Bienal de Artes Visuales del MERCOSUR, Porto Alegre Brasil;  BOLIVIA MÁS ALLÁ DEL TIEMPO e Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago de Chile-  Museo de Etnografía y Folclor, La Paz, Bolivia- Galería CAO, Brasilia, Brasil;  FOTOENCUENTRO I y II, La Paz, Bolivia; PINTA, The Modern & Contemporary Latin American ARTFAIR 2009; KUNST AUS BOLIVIEN – Arte de Bolivia – Museo de Tréveris, Alemania, 2010.
Cecilia Irene Lampo Murillo
Calle 20 de Achumani No. 1480, La Paz, Bolivia
Casilla 3713, La Paz, Bolivia
Teléfonos:      (5912) 2710855
                     (5912) 730 13 606

NAVI - KIOSKO conversas permanentes

Ligia D'Andrea

Artista caxiense radicada em La Paz/Bolívia, participa do projeto CONTINENTES da 8ª Bienal do Mercosul convidada por Kiosko para integrar a proposta conjunta com NAVI.

Abaixo as fotos do projeto da artista para a Bienal Siart de La Paz/2011

                                      

 Instalación: Laberinto 2011 
Siart
Producción:
Arquitecto Eddy Salazar

Jaime Condori
Leonardo Rodríguez
                                                                           Auspicios:
Arquitecto Jaime Vargas- Graf Tec
Cecilia Bayá- Oxigeno Cultura Visual